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A Arqueologia da Violência
(Pierre Clastres)

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Capítulo 1 – O último círculo Sob a companhia de Lizot o autor conhece através de uma expedição pelo Orenoco a comunidade indígena, os Yanomami são a última sociedade primitiva livre da América do Sul, chegar perto desses índios e dificultoso. Na mesma medida, os empresários pensam no lucro desse local. Os Yanomami gostam de receber presentes, são consumidores. A viagem pelo rio e a chegada é motivo de alegria. Nova saída com o índio Hebewe para visitar a mão distante. Os índios sorriem diante da dificuldade do branco durante as agruras da viagem. Chegada e os Yanomami são despidos de qualquer frescura, são atenciosos, educados e generosos. Os Yanomami não querem nada de graça, gostam de presentes, mas querem fazer troca. Eles têm dignidade. A mulher traidora quando volta para casa, apanha para aprender. Os Yanonami fumam para espantar os espíritos maus. Existe diferença entre grupos de Yanomami a margem do Orenoco. Os do interior têm aparência de mendigos, devido às roupas. Suas vidas não foram afetadas pelos missionários. Não existem Yanomami civilizados. A guerra entre os índios é uma questão cultural. Os missionários criam meios artificiais para os índios. Estes sabem viver de forma harmoniosa, sabem pescar, dominam na medida do possível a agricultura. O Xamã é o curandeiro dos enfermos na comunidade indígena. Suas festas são carregadas de cultura que é passada para as gerações futuras. O último círculo talvez seja em uma analogia simplista, o sagrado sendo invadido pelo pecado. O autor se sente lisonjeado de ter rompido esse último círculo, não na acepção de explorador, mas no sentido de expectador dessa beleza que ainda não foi corrompida pelos interesses capitalistas, geneticamente capitalistas.



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