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Saneamento – A despoluição do Tietê
(Carlos Rossi; Mega Arquivo)

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Saneamento – A despoluição do Tietê
Trata-se de uma técnica conhecida há pelo menos 50 anos e pode ser a saída para o Tietê e o Pinheiros. Por meio de flotação, cerca de 99% dos coliformes fecais e 95% do fósforo presente nos 2 rios podem ser removidos sem que o curso seja desviado. Calcula-se que sejam extraídos dos rios, por dia, de 100 a 300 toneladas de lodo. Coliformes são bactérias indicativas da presença de fezes num meio. O fósforo alimenta algas que conferem odor, cor e sabor desagradável as águas. A flotação agrega partículas de ar aos poluentes levando-os á superfície, onde são recolhidos, técnica utilizada em esgotos. A água do Rio tem nível zero de oxigênio no início do processo e no final teria 8 ml por litro, permitindo a sobrevivência de peixes. O objetivo não é transformar tais rios em fontes de água mineral ou parque de lazer aquático. A meta é tornar a água limpa o suficiente para que seja bombeada para a represa Bilings . Mesmo que isso fosse feito os rios não seriam totalmente despoluídos. Cada estação de tratamento ( seriam 3) custa entre 20 e 25 milhões de reais. Em funcionamento consumiriam de 500 mil a 1 milhão de reais.



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