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Dom Casmurro
(Machado de Assis)

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É inédito o modo como Bentinho narra a história. É uma inova;cão.
Viveu sua infância e adolescência na Rua Mata-Cavalos. Agora, ou melhor há alguns anos atrás fez construir, no Engenho Novo, uma casa tal qual era aquela onde foi criado. Na velhice poderia restaurar a adolescência ou “atar as duas pontas da vida”.
Reproduziu a casa, mas “recompor o que foi o que fui”, não.
Escrevendo um livro, saindo daquela monotonia, por intermédio da escrita, “viverei o que vivi”.
Partiu da conversa que ouviu, às escondidas, entre um ex-escravo e três viúvos.
Ele devia ir para um seminário estudar e tornar-se padre, por promessa de sua mãe.
Quando contou a Capitú, sua namorada, “o mal que os esperava”, esta proferiu injúrias contra D.Glória.
0 ex-escravo poderia “desfazer o plano da mãe”.
Bentinho trançava os cabelos da Capitú quando aconteceu o primeiro beijo. O assunto era sobre a resposta do ex-escravo.
Hoje, sentia saudades, repassando essa lembrança pela memória.
Houve um diálogo com perguntas ingênuas e respostas carregadas de sarcasmos e ironias porque se aproximava o dia da viagem.
ELE; desejava realizar o casamento dela.
ELA: que não; há esse tempo batizaria o filho dela.
Com a reconciliação as juras. Juraram se casar um com o outro.
Com a provável união, superado o obstáculo, houve um movimento convergente.
Como muitos já sabem, haverá um movimento contrário, divergente, uma desunião, com possibilidades de haver uma tragédia em vez de um final feliz.
Bentinho vai para o convento. Lá conhece Escobár (futuro comborço).
José Dias, o ex-escravo, fala a Bentinho, no convento, sobre Capitú. E do modo como fala desperta ciúmes. Isso o fez perder o sono.
0 narrador, agora quando escreve, também perde o sono.
Capitú passa a ser indispensável para .D. Glória, mãe de Bentinho, dada à convivência feliz.
A sugestão de Escobar foi aceita. Seria dado um padre ao altar, mas não seria Bentinho, pagariam os estudos de um interessado. Uma idéia melhor que ir a Roma falar ao Papa.
Cinco anos depois Bentinho erta bacharel em direito.
Estão casados Escobar e Sancha.
Casaram-se Bentinho e Capitú.
Capitú consegue fazer umas economias. E as moedas foram trocadas por Escobar. Causou motivos para reflexão e desconfiança essa gentileza anônima.
Bentinho sentia falta de um filho. O filho veio mas tardiamente.
Sancha cuidou da amiga durante a convalescência.
0 menino Ezequiel foi batizado.
Passaram-se 6 anos.
Doravante o leitor é induzido a deduzir, a interpretar conjecturas.
Bentinho volta do teatro antes do início do segundo ato, preocupado com Capitú que alegando não estar bem ficou em casa.
Ele encontrou Escobar em sua casa, que dissimulava sua presença.
Escobar planejava uma viagem para a Europa. Todos iriam juntos.
Sancha segredou a notícia a Bentinho quando Escobar afastou-se da sala. Ela o fez com tanto prazer “quase suspirando”. Seu olhar “parecia quente e intimativo”... O narrador correspondia.
Olhar com tanta expressão não vira antes.
0 aperto de mão na despedida, “demorou-se mais que de costume”.
Escobar teve morte por afogamento. Entrou no mar superestimando suas forças.
Durante o enterro, Bentinho fez um discurso, louvando a pessoa do comborço.
Diante do adultério, as conveniências sociais “procuram a sombra do silêncio”.
Entre outras idéias, prevaleceu uma viagem.
Capitú faleceu e Ezequiel também. Bentinho voltou só.
Ninguém confessou o adultério.
Ficaram as evidências, a semelhança física entre Ezequiel e Escobar.
0 narrador não tem consciência dos pensamentos de Capitú.



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