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QI e QE
(Cardeira)

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Q.I e Q.E Desde a década de sessenta que os testes de inteligência ou de Q.I. têm sido, por razões técnicas, sociais e étnicas fonte de acesa polémica, havendo mesmo quem defenda que o seu uso seja abolido. Entre as críticas mais frequentes apontadas aos testes de inteligência contam-se as seguintes: 1. O modo como se fala do Q.I leva as pessoas a pensar que se trata de um indicador da quantidade de inteligência quando, de facto, apenas indica o resultado obtido pela pessoa no desempenho de um teste; 2. Avaliam somente capacidades lógico-conceptuais relacionadas com tarefas escolares, ignorando outras capacidades ou formas de inteligência ligadas à resolução de problemas práticos e a actividades artísticas, desportivas e criativas. 3. Prejudicam as pessoas social e culturalmente desfavorecidas, por terem sido concebidos para indivíduos brancos da cultura ocidental e pertencentes à classe média. 4. Estigmatizam as pessoas de baixo Q.I. 5. É injusto que sejam os testes a determinar, em larga medida, o futuro escolar e profissional das crianças e dos jovens. Apesar de controversas, estas críticas tiveram o mérito de levar os psicólogos a reflectir sobre a validade dos testes e a repensar os critérios da sua utilização O êxito na vida privada e profissional depende de muitos factores. Não basta possuir um elevado quociente intelectual (Q.I), é essencial e relevante a origem social do indivíduo, o saber gerir as próprias emoções e a capacidade de identificar as emoções dos outros, e relacionar-se inteligentemente com os outros, ou seja, saber interagir saudavelmente com os outros. No nosso dia-a-dia, na vida privada e/ou profissional, deparamo-nos com diversas situações, que requerem um comportamento inteligente e um elevado nível de competência. As nossas emoções são postas à prova e requerem uma certa destreza psicológica, uma certa dose de criatividade e talento na tomada de atitudes e comportamentos, de forma a não nos prejudicarmos nem aos outros, e, dessa forma por exemplo, conseguirmos ultrapassar, os maus resultados obtidos numa frequência e obtermos a motivação suficiente para conseguir obter uma boa nota na frequência seguinte, ou seja, tentarmos justificar os maus resultados por falta de estudo e não atribuirmos o mau resultado por sermos incapazes de o fazer.



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