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A antigravidade do universo
(Cristine Gerk)

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A idéia que temos do universo é de um grande círculo em expansão. Mas quando ele tinha menos de um segundo de vida, passou por uma expansão mais rápida que a luz, transformando uma simples partícula microscópica em tudo que existe hoje. Agora, descobrir o que causou tamanha expansão é tarefa para um grupo de cientistas patrocinados pela NASA. Para tanto eles devem usar um telescópio espacial infravermelho - o Cosmic Inflation Probe - que vai detectar a posição e a distância de milhares de galáxias para poder fazer um mapa da expansão ao longo do tempo.
Como resultado da primeira grande expansão do universo, qualquer local medido em todas as galáxias tem a mesma temperatura, pois antes da separação tudo era um só ponto.
Esta força expansiva é conhecida no mundo científico como antigravidade.
A temperatura do fundo do cosmos já foi medida antes por satélites, que acabaram por revelar que a variação entre qualquer ponto no espaço não é maior que 1 em 100 mil graus. A temperatura homogênea não pode ser explicada pelo Big Bang, da mesma forma que percebemos o universo como plano. Experimentos afirmam que se você escolhe um ângulo de visão no céu e segue observando este ângulo em diferentes distâncias e na mesma direção, ele continua o mesmo.
Caso ele mudasse,  poderia se aplicar a teoria de que o universo é curvo.
Na verdade temos a percepção de uma formiga na curva de um balão. Se o balão for pequeno, a formiga perceberá que está em uma superfície curva com horizonte próximo. Se o balão for aumentado em 100 mil vezes, a superfície parecerá plana. Pode-se explicar assim a teoria da expansão, onde uma região curva foi expandida bilhões de vezes. No passado a velocidade de repulsão no universo era menor, hoje o universo está se expandindo cada vez mais rápido, tamaha é a energia gerada. Caso essas pesquisas tenham sucesso, no futuro poderá ser construída uma máquina voadora sem hélices ou asas, só com um motor movido por essa energia.
Não é a toa que os entusiasmados por ficção científica acreditam que os extraterrestres há muito já dominaram essa fonte de energia, por isso a representação de seus discos voadores não tem asas.



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