Eu, Pierre Rivière, que degolei a minha Mãe,a minha Irmã e o meu Irmão
(Michel foucault e outros)
O conjunto de documentos que constroem Eu, Pierre Rivière, que degolei minha Mãe, minha Irmã e o meu Irmão relata uma história de parricídio e fratricídio no século XIX. É mais uma história grotesca e horrenda a do jovem Pierre, de 21 anos, que, para livrar o pai de uma mulher má (sua própria mãe), mata degolada a golpes de um podão metade de sua família. Depois de executar os crimes, o jovem Pierre foge para os bosques até ser capturado e levado à julgamento. Preso, Pierre Rivière escreve um Memorial com todos os detalhes e porquês do crime. Juntando o Memorial manual de Pierre Rivière, o dossier da polícia, os pareceres médico legais, os depoimentos das testemunhas do crime, artigos de jornais da época, mapas do local e textos de autores da atualidade analisando os crimes (M. Foucault, J-Pierre Peter, Jeanne Favret, Patricia Moulin, Blaudine Barret-Kriegel, Phillippe Riot, Robert Castel e Alexandre Fontana), temos esse livro que não pode deixar de ser lido e que nos pede uma reflexão. Mesmo recebendo o perdão do Rei (contra a pena de morte), o jovem Pierre se suicida na prisão como maneira de expiar a sua culpa.
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