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Wall-E
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Com a aceleração do aquecimento global e toda uma série de problemas decorrentes da incúria humana, a população do planeta Terra criou condições de sobrevivência na Lua e para lá se mudou.
Na superfície terrestre, o único indício de vida era uma barata que acompanhava um robozinho que fora esquecido ligado, e uma mudinha de planta que esse robô encontrou.
A unidade robótica, classificada como WALL-E abreviatura de Waste Allocation Load Lifter Earth-Class ou, em português, Localizador e Coletor de Lixo Classe Terrestre, habituou-se a uma rotina de trabalho na qual cumpria, todos os dias, as funções para as quais fora programado: localizar lixo, coletá-lo, comprimi-lo e armazená-lo em pilhas.
Nessa sua rotina, vê-se claramente hábitos humanos que de alguma forma adquiriu. Improvisou uma casa para se abrigar, mantendo nela armários para guardar os objetos de seu interesse que encontrava no lixo, sapateira à entrada, sistema de som e vídeo... até sua reposição de óleo era feita de forma semelhante aos hábitos humanos de refeição.
Diferentemente do que se espera de um robô, WALL-E aparentava mesmo possuir sentimentos, e demonstrou isso pela primeira vez ao coletar e guardar para si com todo cuidado uma mudinha de planta e, depois disso, ao se encantar com uma unidade robótica de nome EVA, cria uma série de situações pelas quais tenta estabelecer uma comunicação direta.
EVA demora a compreender WALL-E. Programada para tentar encontrar vida biológica na Terra, ela identifica a muda de planta em posse do pequeno robô e a captura.
A situação que se cria conduz EVA de volta a Lua, mas WALL-E vai com ela.
O que se vê na Lua é uma sociedade humana totalmente obesa e idiotizada pela tecnologia robótica. Vivem descalços, montados em cadeiras flutuantes, sendo alimentados e servidos o tempo todo por robôs. Sua comunicação é computadorizada, de forma que cada um tem em sua cadeira um PC acoplado.
WALL-E e EVA se deparam com grandes dificuldades para comprovar que a Terra possui vida biológica, por causa de uma programação do sistema de controle central original da criação da estação de vida lunar para jamais permitir que a humanidade retornasse a Terra.
Numa série de ocorrências hilárias, finalmente o comandante é convencido de que há vida na Terra e que ele precisa fazer algo. Com muito custo sai de sua cadeira e combate, com a ajuda de WALL-E e um exército feito com a sucata de vários robôs, não apenas o computador principal, mas todo o sistema que mantém a humanidade em estado de inércia.
A grande crítica do filme não recai apenas para o risco de que a Terra pode mesmo se tornar inabitável nas próximas décadas ou séculos. É necessário, também, pensar, na triste tendência desta nossa geração em se submeter plenamente à dependência da máquina, esquecendo-se de que somente o homem, que é dotado de inteligência e livre-arbítrio, pode sair da situação caótica em que se meteu por causa da exploração indiscriminada dos recursos naturais.
A reflexão mais chocante é pensar que, apesar da condição humana, a possibilidade de reversão do caos e da destruição da vida pode vir a depender dos “sentimentos” e da “sensibilidade” de um robô, e não do próprio homem.
 



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