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Na democracia, todos devem fazer a sua parte
(Silva; Jesuel Mariano)

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Trata-se de uma adaptação das idéias de Hunter adicionando as idéias da Democracia Econômica Brasileira, em que todos devem fazer a sua parte, e descreve sobre uma outra visão do Brasil em relação ao Estado Mundial e suas Corporações.
Na Democracia Econômica, há dois tipos de Estado:
O Estado Oficial e o Paralelo.
O Estado Oficial se divide em Nacional e Mundial, enquanto que o Paralelo se divide em oficial e não oficial.
É o Estado Paralelo que impõe o Estado Oficial, para que comande com maestria o destino dos povos e das nações.
Um exemplo de coação: Só há um Estado oficial dentro de um território, logo advém o paralelo. O Estado Oficial se dividem em Nacional, na sua falta o Mundial; e o Paralelo em oficial e não oficial
Num âmbito maximizado, o Estado para liderar as pessoas deve servir as suas necessidades, não o servindo, o Estado paralelo o satisfará, onde esse capital sai do ciclo monetário e nunca mais volta ao verdadeiro elo.
A satisfação do Estado paralelo não é legítima, e por sua vez, a sua confiança é um estado de desconfiança perante o Estado Nacional. Ex. Polícia é pior que bandido.
Considerando que o Capital fora do Estado Oficial se destinam ao Estado Paralelo, e a continuidade do ciclo, não volta ao capital gerado dentro do Estado Oficial, logo o prejuízo da nação.
Veja que é disponibilizado no mercado oficial uma certa quantidade que aos poucos vai se consumindo, de tal forma, um outro ciclo não oficial se apodera do prejuízo ao decorrer do fluxo.
O ciclo vai diminuindo em razão da quantidade depurada no fluxo seguinte, de forma, que na sua volta pouco contribui para a sua renovação.
É o prejuízo oficial em detrimento aos abusos, lucros e exploração abusivas, que aos poucos não volta ao ciclo oficial, fortalecendo o Estado Paralelo que indiretamente interfere no lucro e prejuízo social, do povo, onerando-os com impostos.
Veja, surgiram os Estados Nacionais, depois, surgiram as empresas, as multinacionais, as corporações, e os Estados Paralelos. 
Concluímos que, o dinheiro está indo longe do alcance da sua real função, que é a distribuição mais justa dos recursos existentes no planeta, e que está sendo desvirtuado pela tendência de enfraquecer os mais pobres, e os que mais precisam.
É necessário haver os pobres, para que haja ricos, e que seja servido pelos mesmos.
Jesuel



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