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A ARTE DA GUERRA (Capítulo XIII - O Uso de Espiões)
(Sun Tzu)

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    Os espiões são tidos com um dos tesouros do soberano, e existem cinco tipos deles que podem ser empregados. Os agentes nativos são originários da própria terra inimiga, mas que vendem seus serviços ao outro exército. Os agentes internos constituem oficiais inimigos ressentidos com seu comandante ou soberano. Muitas vezes, esses oficiais foram injustiçados, castigados por terem cometido alguma falta, tiveram seu comando retirado ou simplesmente são ambiciosos. Os agentes duplos são espiões inimigos que servem ao outro comandante. Diz-se que se o inimigo lhe manda espiões, deve-se suborná-los e virá-los para seu lado.  Os agentes dispensáveis são espiões que levam informações erradas. Certamente, esse espião será condenado à morte pelo inimigo, uma vez que as ações e acontecimentos não serão condizentes com o que lhe é dito. Por razões óbvias, esses agentes só podem ser usados uma vez. Os agentes vivos são aqueles que voltam com informações. Deve-se ter muita cautela ao lidar com espiões, pois alguns podem ter sido comprados pelo inimigo.



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