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Dom Casmurro
(Machado de Assis)

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Análise da Obra: Dom Casmurro
 
          Com características muito próximas à realidade humana, Machadi de Assis desenvolve em Dom Casmurro uma instigante e intrigante história que nos prende compulsivamente do início ao fim.                
           Recentemente a REDE GLOBO de televisão, no formato de uma minissérie, veiculou a história, dando ênfase à personagem dona dos “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”, Capitu, que teria cometido um adultério, envolvendo-se em um possível triângulo amoroso: Bentinho, Escobar e Capitu, em uma mistura repleta de verdades e ironias.
          Na história, outros personagens envolvem-se na trama de maneira relevante.
          D. Glória, prometera a Deus, que se tivesse um filho um filho varão o faria sacerdote. Esse filho, Bentinho, apaixonara-se por Capitu ainda jovem e sendo assim, desejara quebrar a promessa. Contra sua vontade, fora obrigado a seguir para o seminário, não conseguindo então reverter os planos de sua mãe. Lá conhece Escobar a quem revela ser dono de uma fortuna e não ter qualquer inclinação para o sacerdócio.
          Enquanto Bentinho estava fora de casa, Capitu espertamente aproximava-se de D. Glória, tornando-se uma presença constante e íntima.
          No Seminário, Escobar tem uma brilhante ideia, que libertaria Bentinho da promessa de sua mãe. Após deixar o seminário, cursa direito e casa-se com Capitu.
          Escobar que também havia deixado o seminário tornou-se corretor, conheceu Sancha com quem se casou, tivera uma filha, sonho também de Bentinho.
          Tempos depois, nasce o “fruto da esperança”, um menino “robusto e lindo”. Ezequiel, seu nome, foi o centro das dúvidas que assombraram Bentinho.
          Escobar morreu por não saber dominar o “mar bravio”, e Capitu, durante o velório, “olhou alguns instantes para o cadáver, tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas”. Bentinho concluiu então, que “era uma antiga paixão”.
          À partir dessa desconfiança, atormentado: _”Não é meu filho”.
Retruca Capitu: “Sei que a razão disto, é a casualidade da semelhança”.
O que leva a crer que Bentinho duvidava do caráter de Capitu e da paternidade graças às semelhanças físicas às de Escobar, presentes em Ezequiel.
          Essa dúvida perturba tanto a vida do casal, que resulta na separação. Então Capitu e Ezequiel partem para a Europa.
          Ezequiel já crescido, Capitu morta e enterrada na Suíça, e Bentinho ainda corroído pelo ciúme duvidava da primeira amiga e do melhor amigo. Será que realmente houve traição?
          A dúvida de Bentinho permanece em toda a obra de forma linear



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