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A Aids e um falso senso de segurança
(Alex lima)

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A Aids e um falso senso de segurançaUMA senhora cujo teste dera positivo para o vírus da AIDS escreveu, segundo citado em The New York Times, de 16 de junho de 1990: “Sou uma mulher de 36 anos, branca, feliz no casamento, que jamais teve sífilis, gonorréia ou clamídia, que jamais usou crack, que jamais consumiu tóxicos por via intravenosa e que jamais recebeu uma transfusão de sangue.”Acrescenta ela: “Por nunca ter feito sexo com ninguém, exceto com meu marido, desde que nos casamos, isto significa que meu teste deu positivo, pelo menos por cinco anos, sem quaisquer sintomas.” É esta senhora um caso ímpar? De forma alguma, como ela comenta: “Sei de pelo menos uma dezena de mulheres, de meus grupos de apoio, e de formação socioeconômica similar, que podem contar uma história similar.”Como, então, tais pessoas foram infectadas pela AIDS? A senhora explica: “É evidente que contraí a síndrome da imunodeficiência adquirida por meio dum contato heterossexual [anterior ao casamento]. . . . É igualmente evidente que tal homem atualmente seria classificado como um parceiro sexual de alto risco, mas isso não era evidente naquele tempo.”A AIDS não raro tem sido classificada como uma doença limitada quase que exclusivamente aos homossexuais masculinos e aos consumidores intravenosos de tóxicos. Mas, esta senhora, com base em sua própria experiência e em informações de primeira mão, sustenta que este conceito “dá à sociedade de classe média um falso senso de segurança”.Conclui ela: “A AIDS surgirá na população em geral se continuarmos a pensar em termos de grupos de risco, a pensar em termos de outros a contraírem, mas não eu. Todos nós corremos risco. Se o meu deu positivo [o teste de AIDS], o de qualquer mulher (ou homem) também pode dar.”O que ela está dizendo, em outras palavras, é que qualquer mulher ou homem que pratique o sexo pré-marital — que cometa fornicação — pode tornar-se infectado. Quão sábio, portanto, é acatar a ordem da Bíblia: “Fugi da fornicação. Todo outro pecado que o homem possa cometer é fora de seu corpo, mas quem pratica a fornicação está pecando contra o seu próprio corpo.” — 1 Coríntios 6:18.A Aids e um falso senso de segurançaUMA senhora cujo teste dera positivo para o vírus da AIDS escreveu, segundo citado em The New York Times, de 16 de junho de 1990: “Sou uma mulher de 36 anos, branca, feliz no casamento, que jamais teve sífilis, gonorréia ou clamídia, que jamais usou crack, que jamais consumiu tóxicos por via intravenosa e que jamais recebeu uma transfusão de sangue.” Acrescenta ela: “Por nunca ter feito sexo com ninguém, exceto com meu marido, desde que nos casamos, isto significa que meu teste deu positivo, pelo menos por cinco anos, sem quaisquer sintomas.” É esta senhora um caso ímpar? De forma alguma, como ela comenta: “Sei de pelo menos uma dezena de mulheres, de meus grupos de apoio, e de formação socioeconômica similar, que podem contar uma história similar.”Como, então, tais pessoas foram infectadas pela AIDS? A senhora explica: “É evidente que contraí a síndrome da imunodeficiência adquirida por meio dum contato heterossexual [anterior ao casamento]. . . . É igualmente evidente que tal homem atualmente seria classificado como um parceiro sexual de alto risco, mas isso não era evidente naquele tempo.”A AIDS não raro tem sido classificada como uma doença limitada quase que exclusivamente aos homossexuais masculinos e aos consumidores intravenosos de tóxicos. Mas, esta senhora, com base em sua própria experiência e em informações de primeira mão, sustenta que este conceito “dá à sociedade de classe média um falso senso de segurança”.Conclui ela: “A AIDS surgirá na população em geral se continuarmos a pensar em termos de grupos de risco, a pensar em termos de outros a contraírem, mas não eu. Todos nós corremos risco. Se o meu deu positivo [o teste de AIDS], o de qualquer mulher (ou homem) também pode dar.”O que ela está dizendo, em outras palavras, é que qualquer mulher ou homem que pratique o sexo pré-marital — que cometa fornicação — pode tornar-se infectado. Quão sábio, portanto, é acatar a ordem da Bíblia: “Fugi da fornicação. Todo outro pecado que o homem possa cometer é fora de seu corpo, mas quem pratica a fornicação está pecando contra o seu próprio corpo.” — 1 Coríntios 6:18.



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