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Sabedoria DAS PARÁBOLAS
(Huberto Rohden)

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Na Apresentação o autor fala sobre o conceito de parábola e seus elementos. Faz uma síntese do que seja esta forma de ensinar. Quase todas as parábolas de Jesus giram em torno da idéia do Reino de Deus, ou o Reino dos Céus. O conceito de Reino lembra hierarquia que para o Cristo "está dentro do homem" - ou seja, esse reino pressupõe na existência de uma hierarquia de valores e fatos que integram a natureza humana. Portanto ele existe em todos os seres humanos, e muitas vezes está oculto, adormecido.
Toda parábola conta de dois elementos: 1- o símbolo material; e 2- o simbolizado espiritual. O símbolo material, tirado da natureza ou da sociedade humana é compreensível a todos pela simplicidade dos elementos usados. Já a compreensão do simbolizado espiritual depende do estado de evolução de cada um. Graças à ilimitada elasticidade do simbolizado espiritual da parábola, o ensinamento atinge a todos os níveis de compreensão, desde os iniciantes aos iniciados.A sua relatividade permite inúmeras interpretações proporcionais ao grau de evolução espiritual de cada um. Elas nos levam a conhecimentos metafísicos e místicos que se manifestarão numa auto-realização ética, numa consciência do Ser. Jesus falava ao povo ignorante usando o que eles conheciam e que só podiam entender por meio de comparações: grão de mostarda, fermento, videira, pérola preciosa, etc.
Na primeira parte interpreta textos de 29 parábolas, iniciando com a do "Filho Pródigo", a Festa Nupcial, O Rico e o Avarento, A Impureza de fora e a Impureza de dentro, etc., encerrando com a Parábola Dramatizada do Pão e do Vinho.
Na segunda parte trata da "Mística das Beatitudes" - As Oito Bem-aventuranças que formam o início do Sermão da Montanha e que representam uma profunda experiência transcendental de Jesus, a vivência do terceiro Céu, completando a sabedoria das parábolas. Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino de Deus; Bem Aventurados os tristes porque eles serão consolados, Bem aventurados os mansos porque eles possuirão a Terra, etc.
A interpretação de cada texto reforça a importância desse crescimento interior, do desapego (com responsabilidade), a libertação, a verdadeira satisfação interior que produz a tranquilidade e força moral, do uso do livre arbítrio de forma consciente, conseguindo irradiar Paz. Fala da importância dessa conscientização individual para criar a tão almejada paz social, nacional e internacional, pois ela depende da paz individual. Diz: enquanto o homem não fizer as pazes consigo mesmo também não conseguirá ter paz com os outros. Tudo passa pelo indivíduo. Querer subornar as leis cósmicas gera desarmonia que se perpetuam num círculo vicioso. A paz não representa um estado de passividade e inércia. É uma conquista, uma vitória altamente dinâmica. É a tranquilidade da sapiência pós a tempestade das dúvidas e incertezas.Portanto, o homem tem que assinar primeiro um tratado de paz consigo mesmo. O "Conhece-te a ti mesmo" é que leva ao sucesso da busca que culminará na auto-realização e na pacificação.
No Epílogo apresenta o resumo da mística das beatitudes: "Vós sois o sal da Terra" - Para ser o sal da terra o homem precisa ter coragem de contrariar a sociedade para salvá-la, pois o homem é fraco e facilmente se deixa derrotar por fins egoísticos. E "Vós sois a luz do mundo" - O homem profano está na escuridão ou na sombra espessa; o místico chegou a saber que há luz do outro lado da muro; já o homem cósmico, esse já despertou em si tamanho poder de sabedoria que consegue iluminar a muralha divisória entre os dois mundos - o material e o espiritual.



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