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A Amazônia e a Globalização
(Sthuart Hall)

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HALL, Sthuart. A Identidade Cultural na Pós-modernidade.Trad: Tomaz Tadeu da silva. Guaraeira Lopes Louro- 7 ed.rio de janeiro: DP&, 2002.Por: Walquiria Sampaio GouveiaA Amazônia e a GlobalizaçãoSthuart Hall, em ‘A Identidade Cultural na Pós-Modernidade’, afirma que há, juntamente com o impacto “Global”, um novo interesse pelo “local”. Considerando-se a realidade amazônica, esses argumentos são coerentes com aquilo que é definido por Hall no cap. 5 da obra referida acima. O impacto “Global” faz-se emergente entre as fronteiras nacionais. Provém das facilidades de aquisição de elementos que na era moderna não se fazia realidade. Hoje, existem tecnologias supra-modernas, transações comerciais, apreensão diversificadas de culturas, línguas, saberes, informações, práticas, imagens, interesses, os quais se aproximam e se mesclam no vaivém impressionante, e cuja combinação pode ou não formar uma identidade homogeneizada no espaço-tempo do "Pós-Moderno Global".Entretanto, sobre esse assunto Stuart Hall deixa claro que se trata de um seguimento relativo, haja vista que a homogeneização é um processo desigual entre o ocidente e o resto do mundo capitalista global, que é provável que o “Global” vá produzir, simultaneamente, novas identificações globais, e novas identidades locais.No caso da realidade Amazônica, as evidências mostram que aqui a globalização está vivendo seu efeito em rítmo lento e desigual, haja vista que nesse contexto se percebe uma coexistência de várias Identidades em suas múltiplas concepções de entendimento, além disso Amazônia ainda está aquém em relação a outras nações inseridas na linha de frente de produção industrial capitalizada, porque são mais beneficiadas com injeções financeiras de investimentos globais. Contudo na análise desse “porém” as idéias marxistas explicam: “os homens fazem a história, mas apenas sob as condições que lhe são dadas”.A Amazônia, sempre foi explorada em todas suas reservas da biodiversidade dando lucros aos “interessados”, mas o amazônida nunca se beneficiou disso a ponto de mudar sua Identidade. Agora o efeito “global” faz dela o maior patrimônio sociológico do planeta, de referência laboratorial para pesquisas científicas cobiçadas pelo mundo todo, aliás, cobiça antiga, que vem desde muito antes de Cabral. Com qual interesse? Interesse de poder, que iniciou em meados da década de 70, época em que se observou a comprovação dos efeitos da degradação do meio ambiente, e “pela primeira vez aventurou-se a possibilidade da extinção da humanidade devido`a desestabilização ecológica do planeta. Assim, o pós-moderno afirmou-se no discurso de “civilizar” a Amazônia para o universal”, segundo informação do professor de departatamento de física da UFAM, especialista em física ambiental. Há quem diga que a preservação da Amazônia como esperança de descobrir soluções e curas de diversas doenças e “males” universais, depende mais dos habitantes da região que do governo brasileiro. Se é verdade, por que os “discursantes”, não geram meios concretos de orientação, esclarecimento, investimento a fim de reestruturar os conceitos da Identidade Amazônica? Assim a conscientização poderia surtir efeito na assimilação do discurso da causa que assusta o mundo, mas eles não têm interesse em ajudar sem “dominar”. Um dos mais importantes debate no Fórum do Milênio , cujo foco se fechou em cima da proposta de Internacionalização da Amazônia por causas, tais como: problema de escassez de água no próximo milênio; o descuido do governo brasileiro com o patrimônio natural; e degradação ambiental que a Amazônia padece com as queimadas e exploração indiscriminada de sua biodiversidade etc.,Consciente ou inconscientes de uma “globalização”, A Identidade Amazônica não deve ser subestimada. Os pressupostos e implícitos nos discursos que as Nações Unidas, principal candidata da Internacionalização da Amazônia, apregoa pelos Fóruns da vida, inscrevem nas “entrelinhas” sua real preocupação, pois sabe-se que de exploração, aquela nação entende bem. A globalização tem a vantagem de deixar todo mundo informado. Sabe-se que após a segunda guerra, a Alemanha se arrasou, mas hoje é uma potência, assim como Japão se industrializou, e outros países também se ergueram. A Amazônia também está em guerra, no embate de sua sobrevivência, porque dela depende a saúde de muitos. Porém nossa nação soberana está atenta ao jogo “Global”, o qual serve para nos conscientizar do valor de nosso patrimônio maior. Urge uma maneira de se criar formas para sua proteção, para que continue sendo nosso patrimônio maior. Há muitas coisas a Internacionalizar por ai, por exemplo: a educação, um salário digno, etc. 13/03/2010



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