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A 1ª Revolução Industrial e a mundialização económica
(FlavioLopes)

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O centro da economia-mundo estava localizado na Europa, quando se deu início à 1ª Revolução Industrial. A Inglaterra foi o país percursor de várias inovações industriais, investindo nas suas actividades produtivas e usou o mercado interno e externo para escoar os seus produtos. Isto só foi possível devido à pressão na satisfação de necessidades que a procura internacional e interna fazia sobre a produção industrial, promovendo a mecanização e a modernização das actividades produtivas. Esta modernização trouxe uma maior produtividade pelo facto, de reduzir os custos de produção, promovendo uma baixa de preços que estimulou a procura. A Indústria predominante e que constituiu como impulsionador da 1ª Revolução Industrial era a têxtil, mais especificamente, a do algodão que vinha da América. A França e a Alemanha sentiram esta revolução industrial um pouco mais tarde que a Inglaterra.

Os mercados internacionais influenciaram o processo da industrialização, com a dinamização dos capitais, matérias-primas e produtos manufacturados. Estabelece-se um espaço económico mundial, onde a Inglaterra, França e Alemanha eram o centro deste sistema mundial de trocas e a América, Ásia, países do norte da Europa e do Mediterrâneo pertenciam à sua periferia.

A Mundialização Económica e a Revolução Industrial são fenómenos que estão correlacionados. Circula pelo mundo, matérias-primas, capitais e pessoas que se inicia primeiramente com o tráfico de escravos e, mais tarde, com os movimento migratórios.



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