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A ADMINISTRAÇÃO DE RH NAS ORGANIZAÇÕES
(Eraldo Bivar Mollulo Junior)

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O contexto em que surge a administração de Recursos Humanos dentro das organizações vem representado pelo fato de que organizações e pessoas se confundem em um só sistema, pois sem pessoas não existem organizações.
A partir do momento em que as tarefas organizacionais foram tomadas pela complexidade do contexto histórico, onde se legalizavam estruturas e se conceituava a área de RH dentro das empresas, a proposta da administração deste setor também sofre exigências de complexidade.
Inicialmente, visando organizar um espaço de recursos produtivos, falando-se aí em pessoas como qualquer outro tipo de recursos, mas é claro, com suas peculiaridades. Esse conceito foi fortemente utilizado pela área, que tratava a administração de RH como um conjunto de fatores que eram moldados a partir das necessidades da organização.
Atualmente, coma diminuição de inúmeras barreiras causada pela globalização, esse conceito de administração de RH já sofre inúmeras reformulações e novas abrangências.
Hoje, a administração de RH já conceitua pessoas de forma mais complexa e interativa. De acordo com Chiavenato (2000), são agentes ativos e proativos, sobretudo dotados de inteligência e criatividade, de habilidades mentais e não apenas de habilidades e capacidades manuais, físicas ou artesanais.
O conceito antigo deu lugar a uma nova proposta, que prega três aspectos fundamentais:
 
            a) As pessoas como seres humanos: Profundamente diferentes entre si, dotados de personalidade própria, com uma história pessoal particular e diferenciada, possuidores de habilidades e conhecimentos, destrezas e capacidades indispensáveis à adequada gestão dos recursos organizacionais. Pessoas como pessoas, e não como meros recursos da organização.
 
            b) As pessoas, não como meros recursos (humanos) organizacionais, mas sobretudo como elementos impulsionadores da organização e capazes de dotá-la de inteligência, do talento e da aprendizagem indispensáveis à sua constante renovação e competitividade em um mundo pleno de mudanças e desafios. As pessoas possuem um incrível dom de crescimento e desenvolvimento pessoal. Pessoas como fonte de impulso próprio e não como agentes inertes ou estáticos.
 
            c) As pessoas como parceiros da organização, capazes de conduzi-la a excelência e ao sucesso. Como parceiros, as pessoas fazem investimentos na organização, na expectativa de colherem retorno desses investimentos. Qualquer investimento somente se justifica quando traz algum retorno interessante. Na medida em que o retorno é bom e sustentável, a tendência certamente será o aumento do investimento. Daí, o caráter de reciprocidade nessa interação e pessoas e organizações, e também o caráter de atividade e autonomia e não mais de passividade e inércia das pessoas. Pessoas como parceiros da organização e não como meros sujeitos passivos dela (CHIAVENATO, 2000).



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