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Drama de uma consciência
(José(Espírito) / Léa Caruso)

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Além de
Judas muitos traíram Jesus. Esta é a história de um deles.

A obra, Drama de uma consciência, escrita pelo Espírito
José, pela psicografia de Léa Caruso, relata a história vivida por Ezequiel um
judeu de Jerusalém, personagem principal
da trama que se passa na década de 30 dC.

Jovem,
casado pai de um filho, vê-se forçado pelas
circunstâncias, a buscar um trabalho que
proporcionasse mais conforto à sua família. Estava desgostoso porque a venda de
peças de cerâmica não lhe rendia o suficiente e alem do mais, seu espírito aventureiro
e ambicioso o levou a aceitar uma vil proposta que lhe renderia uma boa fortuna.
A princípio relutou contra a ideia, mas por fim a ganância falou mais alto, então
aceitou. Recebeu a metade do combinado. A outra embolsaria depois que tivesse concluído
o trabalho.

Com muito
dinheiro no bolso, achou que poderia gozar a vida e que teria muito tempo para
executar a tarefa. Dois anos se passaram nessa vida de prazeres, esquecido da
sua família, quando voltando ao lar, recebe a notícia de que sua esposa e o filhinho
haviam contraído hanseníase e se encontravam no vale dos leprosos.

Sua dor e
arrependimento foram enormes. Providenciou trazer ambos para sua casinha. Agora
começava o reverso da vida fácil e prazerosa que até então estava vivendo.

Corria por
toda a região a notícia de que um nazareno chamado Jesus havia curado leprosos,
cegos, aleijados e que pregava maravilhas, falando de perdão e de amor. Era uma
criatura doce, olhar manso pregava paz e como conseguir chegar ao Reino dos
Céus. Sara sua esposa há muito queria ir vê-Lo porque já conhecia sua Doutrina,
mas, suas condições físicas não o permitiam. Ezequiel relutante, não tinha
coragem... sua consciência martelava os erros cometidos e os que ainda seria
obrigado a cometer. Não era merecedor de sequer aproximar de Jesus que dirá
pedir que curasse os seus.

Sara e o
filho foram curados por Jesus e Ezequiel sentiu o seu olhar de compaixão e
compreensão pelas falhas de um ser ainda tão inferiorizado como ele. Passou a viver um drama ainda maior
quando o sacerdote do Sinédrio o chamou para
prestar contas do trabalho que deveria já ter realizado mediante o pagamento de
elevada soma. Ezequiel deveria se infiltrar entre os seguidores de Jesus e observar
se Ele estaria insuflando o povo à desordem. O sacerdote entendendo que o
trabalho não tinha sido realizado, o ameaçou com a prisão da sua esposa e filho
a quem amava acima de tudo. Mudou a incumbência que agora seria a maior das
traições.

O dia do
julgamento de Jesus já estava marcado. Era costume na Páscoa que se soltassem
um dos prisioneiros e Ezequiel deveria
comprar mercenários e estar no meio deles na hora do julgamento de Jesus, coordenando a
ação. Quando Pilatos perguntasse ao povo a quem deveria soltar, a turba
gritasse: Barrabás! Barrabás!

Ezaquiel nunca
mais teve paz, levou o tempo de vida que
lhe restava a cultivar o remorso.
Contraiu a lepra e aproveitou o sofrimento para aprender os valores reais da
vida.



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