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Duas Iguais
(Cintia Moscovich)

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Clara e Ana duas jovens adolescentes , judaicas que viviam sobre padrões religiosos e sociais conservadores.
Ana chega à cidade. Vivem aventuras próprias da adolescência e juventude. Têm os primeiros namorados, fundam o jornal da escola..andam sempre juntas. A determinada altura um sentimento de grande cumplicidade, e carinho começa a criar outras vontades, desejos e curiosidades?envolvem-se em troca de afectos e carinhos pouco aceites no meio em que viviam.Depois de viverem momentos de paixão, sentem o peso do erra e com o olhar cheio de dúvidas e o rosto atormentado pelo pecado, perguntavam-se: Que Vamos fazer agora?
O amor não foi capaz de ficar escondido naquela tarde, entre aquelas paredes e em pouco tempo espalhou-se pelas paredes e pátio da escola?as perguntas cheias de ironia surgiam do nada.
- Qual de vocês é o homem? ? questionou Beatriz .
O Segredo depressa ultrapassou todos os muros ou muralhas e o afastamento das duas foi inevitável, o pai de Clara mandou-a para fora. Brasil e Paris foram os destinos.
Os anos passaram , a entrada na vida adulta!
De Ana apenas a saudade dava notícias.
Clara conhece Victor estabelece um bom relacionamento , um jovem arquitecto . Alguns meses depois de se conhecerem casaram . Clara gostava dele, mas não era amor o que sentia. Ana era o fantasma o amor de uma vida.
O Telefone toca, Ana iria estar na cidade. Clara corre ao seu encontro.
Ana esperava-a com o mesmo olhar intenso de menina.
A vontade, o desejo tornaram baças as janelas.
Saiu nem um beijo, nem uma palavra sem olhar para trás.
O seu apartamento vivia ainda na escuridão, enfiou-se no duche tentando apagar as marcas daquela tarde, daq. A culpa batia que nem uma flecha a cravar-lhe o pensamento, Victor não merecia. Prometeu amá-lo. Aquela semana parecia uma eterniddade. Até que finalmente a noticia chegou Ana estava em Paris!
Vai trabalhar para a televisão e absorve-se no trabalho. Beatriz vai trablhar com Victor o passado voltou a atormentá-la .
Uma noite Victor espera-a de uma forma amigável, mas começa a questioná-la , sobre Ana e com perguntas embaraçosas de uma intimidade que Clara queria esquecer.
Adormeceram no outro dia de manhã Clara atende o telefone , novamente aquela voz quase sumida: Pedia-lhe que a fosse ver, estava em casa dos pais e muito doente.
Quando chega a casa dos pais o ambiente é de tristeza, dor, Ana vai ser operada no outro dia, uma operação de recurso, com algumas hipóteses , mas poucas certezas.
Ana estava cansada, dormia muito, mas teve um sorriso para receber Clara, e as duas abraçaram-se como se nunca se tivessem separado,
Clara promete ficar com ela para sempre.
? Dans la médecine et dans lámour, ni jamais ni toujours?. afirma o médico e desaparece nos corredores daquele enorme hospital.
A hora de Ana ser levada por enfermeiras .
Clara sai do hospital ainda era escuro, correu para junto da campa de seu pai , adorava podê-lo ouvir, ele o maior critico daquele amor, ele a primeira pessoa a separá-las?Ali chorou, ali tentou perceber que pensava ele naquele momento.
Ana adormeceu num sono profundo?

pensadora



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