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Mágica Do Circo
(Carlos Bighetti)

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A origem do circo, por incrível que pareça está nas sangrentas lutas de gladiadores. Durante o século VI antes de Cristo surgiram as primeiras apresentações desse universo lúdico. Cento e cinqüenta pessoas assistiam a apresentação no Circus Maximus, em Roma.
Na época medieval os artistas se apresentavam em praças públicas e feiras. Os grupos circenses surgiram porque era preciso viajar para arranjar um público.Apareceram, então, os circos que passavam a sua tradição de pai para filho. Hoje os circos deixaram um pouco aquele ar clássico para se modernizar. Apresentam espetáculos de dança e teatro. Alguns números sempre entusiasmaram os olhos e o coração dos admiradores dessa arte. O trapezismo é realizado por pessoas da família, pois exige confiança mútua. O número exige força, mas é cheio de suavidade. Os números com animais selvagens já não fazem parte de muitos shows. Isso porque alguns domadores maltratavam os animais. Além disso, números com hienas, leões, tigres, ameaçavam o público e os próprios domadores.
O número do homem-bala não tem explosão. O lançamento acontece através de uma mola armada no fundo do canhão disparada pelo artista. Chega a 144 km/h e 30 m de altura. Fogos de artifício dão novo suspense ao número. Os contorcionistas herdaram a flexibilidade e através de muito treino, desde crianças, exibem-se maravilhosamente.
O equilíbrio na corda bamba é impecável. Surgiu em 108 a. C., em uma festa na China.
Já o picadeiro, no circo, é redondo por causa da apresentação dos cavalos. Facilita o equilíbrio dos animais. Em 1978 os cavalos eram a atração no circo do inglês Philip Astley.
Para ser atirador de facas e engolidor de espadas há muito treino. No último caso, o engolidor precisa alinhar a boca, garganta e esôfago com perfeição. Palhaços existem muitos. Povoam nossa imaginação! O Cara Branca é o mais elegante metido. O mímico usa as mãos e o corpo para contar histórias engraçadas. Nunca fala. O Augusto é aquele palhaço tradicional, com nariz vermelho, maquiagem, roupas largas e perucas. O Vagabundo é triste e se inspirou em moradores de rua europeus. O Augusto Europeu só usa o nariz como fantasia. Veste roupas largas e suspensório. Trabalha em ONG´s, nos hospitais. É, o mundo mágico do circo nos transforma em crianças novamente. Respeitável público, o circo começa em nossos corações! E esse espetáculo não deve acabar nunca!



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