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Mágico
(Basil Davidson)

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Mágico
Um dos recentemente heróis de Unsung no mundo de ficção de fantasias é o Raymond E. Feist.
Como escritor do clássico; MAGICO, este homem foi grandemente subestimado em tempos recentes. Mágico é uma história constrangedora das relações humanas e da autorização de não ceder ante as circunstâncias que o destino poderia ditar para nós. Esta história começa num mundo muito ao próprio gosto, e segue a vida de dois amigos, Pug e Tomas. Pug é um órfão conservado em Crydee, e o melhor amigo dele Thomas que é o filho do cozinheiro do mestre.
Depois do escolher anual dos aprendizes, no qual Pug é selecionado retardadamente como aprendiz de Mágico, Kulgan, o primeiro, e inseperável nas lutas humanas, vê ficar aparente que Pug tem dificuldades com o estudo da magia.
Mais tarde, na trama, as razões para isto ficam bastante óbvias. O autor nos leva em uma jornada de motins, guerras e remoções inimagináveis, que só servem para acentuar a importância das relações compartilhadas por estes dois personagens.
Isto também é aparente nas relações e nos tumultos experimentados por todos os outros personagens.
Uma vez mais a maestria do autor ao descrever sobre a natural inferioridade da interação humana. Perguntas filosóficas trazidas por estes eventos sempre ficam aparentes e fazem a história tanto mais recompensadora. Pontos como; a conveniência de certas pessoas para uma profissão específica ou então, também, a pergunta do que nós, como humanos, somos capazes de por na nossa imaginação.
Eu não pretendo dizer que eu sou um crente do uso da magia, mas o que eu estou dizendo é que nós como humanos somos certamente capazes de um funcionamento um pouco mágico em nossas interações no dia-para-dia para com os outros.
As reversões drásticas de fortuna que devolvem aos dois amigos, juntos, ao fim, sempre serão como um bastião de esperança (para mim) no mundo literário e me faz ler a história das jornadas separadas deles, de desenvolvimento pessoal, novamente e... De novo.
O modo de a história ser apresentada ao leitor é de tal natureza de leitura, fácil, que qualquer um achará atraente. Para esses que não são leitores ávidos de fantasia uma palavra de precaução: Não leia MÁGICO? A fim de que você não fique enganchado para sempre em Feist! Obrigado, Raymond, por esta história. Enriqueceu minha vida.
Tradução livre:[email protected]



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