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A Última Vez Que Usei Um Vestido
(Daphne Scholinski; With Meredith Adams)

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O que faria se fosse internado num hospital psiquiátrico por algo que não fosse propriamente uma doença mental? Isso foi o que aconteceu a Daphne Scholinski. Aos quinze anos ela foi rotulada com uma Desordem de Identidade de Género. A sua curta vida foi passada numa série de instituições mentais onde os médicos e funcionários não faziam ideia quais eram os seus verdadeiros problemas. Daphne não sabia bem quem era. Com dois pais disfuncionais que tinham os seus próprios problemas, ela e a sua irmã eram empurradas para o meio de dois mundos. Os médicos que tentavam tratar Daphne nas várias instituições levavam-na a pensar que ela estava apenas confusa sobre a sua sexualidade. Como criança e jovem mulher ela tinha um aspecto masculino aos olhos dos outros. Ela vestia-se com roupas que poderiam ser usadas por ambos os sexos e tinha uma aparência masculina. Nos hospitais, o seu psiquiatra recomendava que ela usasse vestidos e maquilhagem e que tentasse ser aquilo que a sociedade considerava mais feminino. Daphne ignorava todos estes conselhos mas, na verdade, ela até já tinha tentado segui-los e chegou à conlusão que não se encaixava. Simplesmente seguiu o plano para agradar aos seus psiquiatras. Estar no Hospital Michael Reese fê-la sentir-se em casa. Ela desenvolveu uma relação com os outros pacientes, como com o adorável esquizofrénico conhecido como Jesus e com vários outros que estavam lá por terem distúrbios. Ela descobriu que se tornara como que uma psiquiatra ou conselheira para aqueles que estavam ainda mais confusos do que ela própria. Ela queria tanto ser adoptada pela simpática enfermeira Kay, mas sempre que ela sugeria isso Kay afastava-se. Daphne sentia-se deslocada, sempre de um pai para outro e de instituição para outra durante toda a sua adolescência. Não lhe eram permitidas as mesmas experiências das outras pessoas da sua idade e ela tornava-se cada vez mais deprimida e descontente. Iria alguém alguma vez entendê-la ou cuidar dela? A história de Daphne lê-se como uma novela interessante, mas é a experiência verdadeira de uma jovem abusada. O valor desta história é que ajuda o leitor a ver que as coisas podem correr mal. Ajuda a mostrar como os chamados de peritos não têm todas as respostas e que se devem analisar profundamente todas as circunstâncias. Esta é uma obra interessante para todos, mas eu resomendaria-a especialmente a todos aqueles que estão a entrar no campo psiquiátrico como profissão.



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