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Dom Casmurro
(Machado de Assis)

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Dom Casmurro datado de 1899 é o terceiro volume da melhor fase Do escritor José Maria Machado de Assis, que desenvolve nesta obra uma prosa hábil em compor complexos retratos psicológicos, sendo cruel na crítica à atitude humana e se distanciando tanto da idealização romântica quanto dos exageros cientificistas do Naturalismo, nesta época tínhamos como panorama mundial: O Socialismo Científico (Marx e Engels), o Cientificismo, o Evolucionismo de Charles Darwin, a segunda revolução industrial (Contradições Sociais) e as Lutas Proletárias, Nesta época, meados do século XIX tinham como panorama brasileiro: O Ciclo do café, a Decadência da Monarquia e a Proclamação da República em 1889, O fim do tráfico negreiro em 1850, urbanização em 1870 e a abolição da escravatura em 1888.
     Podemos citar também que a obra foi lançada dois anos após a fundação da Academia Brasileira de Letras pelo seu autor Machado de Assis, que foi consagrado presidente vitalício.

Dom Casmurro é narrado em primeira, apresentando-se como aspirante a escritor de uma obra que se chamaria ?Histórias dos Subúrbios?, mas acaba escrevendo o autobibliográfico Dom Casmurro que pretende ?restaurar na velhice a adolescência?, sendo um narrador que podemos qualificar como não-confiável e problemático, onde simula buscar a verdade, quando a já tem de antemão. A Compreensão de Dom Casmurro passa por conhecer o personagem que narra seu ponto de vista, ou seja, entender esta obra é entender o modo pelo qual Machado de Assis cria o personagem Bento Albuquerque Santiago, que como Dom Casmurro, narra sua vida enquanto Bentinho. Tudo o mais está subordinado e tem sua existência ficcional condicionada a esse sistema narrativo.
     Em uma síntese breve da obra, tentando me expressar em poucas palavras sobre o entendimento do livro teríamos: ?No início da obra temos a formalização do apelido ?Dom Casmurro? que significa ?homem calado? por um conhecido do bairro que insista em recitar versos ao narrador no trem, a história decorre a no Rio de Janeiro do Segundo Império, Bentinho, filho de um já falecido fazendeiro e deputado, se vê as voltas com a iminência de ter de cumprir uma promessa de sua mãe D. Glória, que fizera ao seu nascimento: ?torná-lo padre?. O menino percebeu que isso iria separá-lo de sua ?primeira amiga? e vizinha Capitolina, ou Capitu como é tratada durante a história, então ambos pensam em diversas artimanhas que evitassem uma possível ida ao seminário, onde Bentinho permanece por pouco tempo, mas não se torna padre, eles se casam, mas a felicidade não vinga, pois há o ciúmes doentio, de um homem problemático que já mais conseguira esquecê-la, acusando-a de adultério com o seu amigo que também freqüentara o seminário Ezequiel de Souza Escobar, ou simplesmente Escobar, que trabalhava como comerciante por suas habilidades administrativa, financeira e com contas matemáticas,  Bentinho ao ligar o fato de seu filho Ezequiel, nome homenagem ao amigo Escobar, se parecer muito com o amigo tenta o suicídio pro envenenamento, mas fracassa. Capitu permanece e morre na Europa onde lá foi acusada de traição, e seu filho, fruto da acusação de adultério por parte do então advogado Bentinho, e seu filho Ezequiel já moço vem para o Brasil em uma breve visita ao seu já velho pai, mas posteriormente em uma viagem de estudos, foi vitima e febre tifóide e falece por mediações de Jerusalém, deixando sozinho o personagem narrador da história, o Dom Casmurro?.



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