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Don Quixote: The Ingenious Hidalgo De La Mancha
(Miguel de Cervantes)

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Tal como a busca do santo graal ou da fonte da juventude, este intrépido (?) aventureiro de 3ª idade vem mostrar que os perigos do mundo muitas vezes não estão diane dos nossos olhos mas sim na própria imaginação fértil de que a mente humana foi dotada quando Daus resolveu colocar O Homem na Terra para governar sobre todas as coisas.
Clássico e, ao mesmo tempo contemporanea, a histório de D. Quixote transmite um sentido de romance à vida que nos leva a pensar se verdadeiramente vale a pena vivermos as nossas vidas no corre-corre do dia-a-dia, sem a vivermos realmente,não tendo (ou não criando) tempo para desfrutarmos de tudo aquilo que Deus criou nesta Terra antes de cá colocar O Homem...
Miguel de Cervantes decerto seria um sociólogo se tivesse nascido em berço diferente e em época diferente àquela em que viveu, pois teve o condão e, talvez sem o saber, a capacidade de colocar na vida aveturosa de um ancião meio louco, o exemplo daquilo a que a humanidade se habilita a ser quando meramente vive a vida no corropio da vida social e laboral e, quando alguém troca as voltas ao relógio do dia-a-dia, procurando uma via diferente para o seu destino, prontamente é apelidado(a) de louco(a); ingénuo(a), etc.
Ter a coragem de enfrentar moinhos de vento como se fossem gigantes inimigos e, não olhar aos perigos que esse embate poderia representar é em D. Quixote um mal intelectual mas, se fizermos a comparação para a vida agitada do ser humano, na busca incessante de todos os vícios sociais e materiais, podemos fácilmente constatar que há por aí muitos D. Quixotes que, embora não combatam contra moínhos de vento, são capazes de quase tudo na ansia desmesurada de conseguir a eterna juventude (operações plásticas; roupas da moda que não têm nada a ver com a compleição física já madura de algumas pessoas) ou; do santo graal (endividamento desemsurado em automóveis; casa; etc. ou aquisição de artigos supérfluos mas que dão nas vistas), deitando para trás das costas todas as responsabilidades e comodidades de uma vida que, após alguns bons anos já vividos, merece um certo repouso e ponderação sobre os passos a dar relativamente ao futuro...tal como D. Quixote fez para demandar na busca da sua Dulcineia e da glória efémera de um gesto ridículo mas...temos que admitir, a todos os níveis romântico!



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