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Déserteur (le Déserteur)
(Arthus)

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O DESERTEUR " Ô terra de aflição, ou devemos incessantemente cavar! Mas um dia, por último, o printempsrefleurira.Ô terra de aflição, ou incessantemente devemos herrer! [...] ?O canto dos maraisLes homens que retornavam do frente eram cinzento. Tinham olheiras sob os olhos, jaquetões rasgados cheios de espuma, os botões de manga terreux, dos rostos hallucinés. Os seus sapatos décousues, o robusto aparelho dos seus músculos, as suas barbas hirsutes, os seus cabelos hérissés como vassouras de bruxa, qualquer aquilo gritava a aspereza da vida de homem de guerra numa guerra sem saída. Número entre eles arrastava cartazes ilegíveis, outros fixavam com grampos barris de canhões, outros ainda das cruzetas de fuziis e para mais afortunada, dos revólveres descarregados. E andavam, para algum ponto de mira invisível, bebendo a água dos charcos e os lagos, trincando o trigo ao caule e comendo rãs cruas e caracóis. Para eles, sem era terminados soupers de caserna, os abastecimentos, das munições mais a não saber que fazer. Agora que a guerra era perdida, agora que o Estado-maior terrassé pela bola do assaltante, o país era mais apenas um nourisson sem defesa. Doravante, o inimigo pilhava vieillard esgotado, sem criança para esticar-lhe um lenço e para rectificar o tecto da granja. O inimigo queimava as cidades de abrir grande as suas portas, como putains vencidos que se tornam sem estar a dizer uma palavra. O inimigo acampava em castelos aos ministério público de diamantes, os soudars que satisfazem-se de pratos finos e que sâoulant às fontes de vinhos até vomir. E os biffins Verde, eles, ulcerosos que eram, rebentavam inferior muraille blanchâtre das montanhas, chorando às vezes e, hagards, violando e matando as suas próprias raparigas sombrias nas alvenarias isolados e as aldeolas esvaziadas typhus, doença das campanhas maudites. O país sangrava de uma larga ferida? ************************************************************ O rosto battut pelo fumo detestável de um fogo de faixas ensanglantées, Jeunet aproximou o corpo do homem estendido aos seus lados. _ Eh Friant! Dormes o meu rapaz?! É necessário entregar-se sobre as suas patas velhas! Não é necessário arrastar! os Brancos estão mais distante! O Jeunet conhecia efectivamente Friant, tinham batido os Brancos juntos, cramant o cartucho côte-à-côte, bebendo à mesma garrafa, perdendo o mesmo sangue, temendo a morte da mesma maneira. Tinham tido a mesma ideia o dia ou o capitão brulé o cérebro de um golpe pétard. Então tinham feito da mesma maneira que as Castanhas, tinham fujido, rejetons ameaçados pelos croques dos Brancos. Com soixantaine de outros tipos do mesmo regimento, cortante pelos vaus dos rios, ganhando as florestas à grandes passos para esconder-se. Eram actualmente Verdes, homens sem fé nem lei, bandidos, égoïstes abandonados que moquaient bem das ideologias que pretendiam veicular o Vermelha e as Castanhas. Eles, eram únicos ao mundo e sabiam-no, não procuravam negá-los abondont. Sabiam que qualquer desprezavam-o, eles sabiam que morrem todos um dia, uma vez o poder restabelecidos.



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