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Esmo
(Valdecir Schwambach)

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A dor é frenética, Do tamanho do existir. Não se trucida a dor Feroz se faz ao mais Vil dos homens, Ao mais nobre Soldado das cortes. Vamos resistindo Prisioneiros de vãs batalhas. Nada nos pertence E muito sucumbimos. Somos donos de nada Mas muito é dono de nós. Somos escolhidos Desta pátria de mil filhos. Corramos nos nevoeiros Furemos os pés nas pedras Arranquemos sem querer As flores interpostas no caminho. Inocentes crianças, Presas da vida. Escolhe ser feliz E te castigarás. Cabeça a esmo É o homem impensado. Planta silvestre nascida Nas folhagens sensíveis Das matas taciturnas. E vivamos sem saber O que vivemos E do que morremos. Valdecir Schwambach, 2006.



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