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A ÁGUIA E A GALINHA
(Leonardo Boff)

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A Águia e a Galinha (Leonardo Boff)

Para entender totalmente este livro é preciso ler também um outro, que é o seu complemento: “O Vôo da Águia”.

Antes de iniciar a explicação sobre o livro, é conveniente uma breve noção sobre o seu autor: tendo recebido formação essencialmente católica e se pós-graduado em filosofia pela universidade de Turim, Leonardo Boff é professor de ética e ecologia no Rio de Janeiro e começou a dedicar-se com mais afinco aos trabalhos que já desenvolvia em favor do meio ambiente e da melhoria do nível de vida humano, após fundar, juntamente com outros pensadores, a Teologia da Libertação, que foi rejeitada pela igreja católica. Sua obra é mais reconhecida no exterior do que no Brasil, principalmente Alemanha e França.

Quanto ao livro em questão, convém salientar que ele se baseia em uma lenda ganense, que marca a história de Gana, como o próprio livro relata. “A Águia e a Galinha” sintetiza os apelos do autor e todo o seu trabalho de motivação das pessoas para agirem em prol do meio ambiente e do desenvolvimento do potencial humano. Este livro tem a finalidade de despertar o leitor para a necessidade de repensar a vida de maneira global e a capacidade de impacto que temos sobre o mundo (tanto o impacto negativo quanto o positivo).

Um dos pontos fundamentais da obra são as analogias feitas à física e à astronomia (característica marcante do pensamento do autor). Em síntese, ele apresenta a idéia de que tudo no mundo caminha para o equilíbrio, no entanto, o equilíbrio perfeito implicaria em autodestruição, que seria necessária para a existência de um estagio superior em relação ao anterior, o que leva à formação de sistemas mais complexos e com níveis de desenvolvimento cada vez maiores. Um exemplo apresentado no livro para ilustrar este raciocínio é a chuva de meteoros que dizimou quase noventa por cento das espécies existentes, entre elas, os dinossauros. Os dez por cento restantes transformaram-se em um sistema muito mais evoluído que o anterior. A preocupação, então, é que o ser humano, espécie extremamente jovem na história da evolução, já causou alterações maiores que qualquer outra espécie, devido à sua incrível capacidade de transformação do sistema em que vive. Por isso, o apelo apresentado no livro é para que repensemos nossa situação de agentes transformadores do sistema no qual vivemos, revertendo a intervenção destrutiva que tem ocorrido ao longo da história da humanidade, para que possamos transformar o nosso habitat (a terra – reconhecida como um grande sistema vivo capaz de reagir a qualquer interferência) em um lugar cada vez melhor para se viver, a fim de garantir possibilidade de sobrevivência à posteridade.



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