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A Apostasia Católico-Evangélica
(Eliel Dos Santos)

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A apostasia da Igreja Católica Romana foi posta para exemplo aos demais cristãos. Ela está na terra como um farol está no mar, indicando que a rota seguida pela Igreja Romana é perigosa. Apesar deste tremendo sinal de advertência, as denominaçôes evangélicas estão seguindo exatamente o mesmo caminho de sua "mãe denominacional". Na Reforma Protestante, a Igreja depôs o comandante "Papa" da direção e, ao que parecia, Cristo fora eleito para conduzir a Igreja Reformada no término da jornada. Mas a eleição do novo comandante foi só na aparência. Ao deixar a Igreja Romana - berço do sistema denominaçional - os reformadores não conseguiram abandonar suas principais doutrinas, principalmente no quesito batismo e divindade. É claro que os primeiros reformadores não tinham a revelação de toda a palavra, pois o movimento evangélico apenas se iniciava. Mas, com o passar dos anos, inacreditavelmente houve uma acomodação doutrinária. A reforma feita na organização foi o começo, mas também o fim do processo. Apesar de saberem que o batismo e a doutrina da triunidade divina se espelhava no Concílio de Nicéia (325 D.C.) e na posterior imposição doutrinária de Constantino sobre a Igreja, mesmo assim, tais dogmas não foram abandonados. Os protestantes, que clamavam obedecer somente à palavra de Deus, imediatamente desmentiram tal declaração, ao submeter a Igreja a dogmas não-escriturísticos. A Igreja Protestante tropeçou no mesmo erro teológico dos filósofos Greco-romanos. A doutrina de uma divindade dividida em três pessoas distintas é um interpretação estapafúrdia das escrituras, ao transformar Deus em uma salada politeísta de deuses "sem pé nem cabeça" - ou melhor, com três cabeças, pois é estremamente difícil imaginar três deuses na divindade sem as devidas cabeças. Seria cômico, hilárico, se não fosse um assunto de extrema gravidade. Se já não bastasse qualificar Deus segundo interpretaçôes teológicas, tais individuos desafiam o apóstolo Paulo, onde diz: "Há um só corpo..." Efésios 4:4; os trinitaristas dizem existir três - é impossível existir três pessoas divinas e, além de tudo distintas, sem que tenham um corpo,senão não seriam pessoas, mas espíritos. Alguns mais imaginosos e inventivos chegam a definir a divindade como "três substãncias distintas, mas iguais". Ora, a idéia de um "deus-substância" parece mais um ser idealizado por um químico moderno ou, na pior das hipóteses, um renomado alquimista a serviço do Concílio de Nicéia, onde se originou tais conceitos. A idéia de uma substância "distinta, mas igual" já entra no terreno do absurdo teológico. Se uma substância é distinta , ela "...difere de outra coisa" (minidicionário, edição melhoramentos).Se o conceito de distinção é a diferença entre partes, como as mesmas poderiam ser iguais? Se 1 é diferente de 2; e 2 é diferente de 3, onde está a semelhança? Ou será que os modernos teólogos mudaram o conceito de diferença e igualdade apenas para adequá-los à sua visão teológica da divindade? "...e um só espírito..." Efésios 4:4. A doutrina trinitariana deixa implícita a existência de dois espíritos na divindade. Observe: Deus pai ("Deus é espírito" S.João 4:24); Deus filho e Deus Espírito Santo - que, somado ao espírito da primeira pessoa da trindade, chegamos à quantidade absurda de dois deuses-espíritos. Já não bastava a quantidade absurda de deuses expressos explicitamente, esta doutrina produz - é o termo correto - dois espíritos na divindade. Então, tanto a primeira pessoa, quanto a terceira, são qualificados como espírito ,e além de tudo, como Santo? Será que os trinitarianos começarão a usar um novo termo: "Espíritos (no plural) Santos"? Outro absurdo Católico-Evangélico é definir os três deuses iguais, tanto em poder quanto em glória. Esta definição deixa explícita a existência de três senhores, pois Deus é Deus - e Senhor é um atributo exclusivo da divindade. Se a primeira pessoa da trindade é Senhor, a segunda também - são iguais em poder e glória - e a terceira pessoa da trindade igualmente, então chegamos à quantidade absurda de três senhores. Os trinitarianos dizem que não, mas vamos refazer as contas: 1 Senhor+1 Senhor+1 Senhor = três Senhores; e diz as sagradas escrituras que há "um só Senhor..." Efésios 4:5. De loucura em loucura os teólogos se aprofundam no erro, ao declarar a existência de dois batismos bíblicos: um, segundo S.Mateus 28:19; outro, segundo Atos 2:38. Mateus 28:19 foi a maior parábola já pronunciada pelo Senhor Jesus e, como era comum, poucos compreenderam o seu significado. A ordem para ir a todo o mundo, batizando em nome do pai, e do filho e do espírito santo foi dita aos apóstolos, e eles conheciam qual era o nome. Apesar da maioria serem indoutos, eles sabiam que pai nunca foi nome de ninguém, tampouco filho e espirito santo, compreensão que falta aos nossos doutores de nossos dias. Por isso Pedro, em "Pentecostes", "pondo-se em pé com os onze..." Atos 2:14, clamou: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em Nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados..."Atos 2:38.Esta é a revelação da parábola de S.Mateus 28:19 que falta às denominaçôes Católico-Evangélicas.Se Atos 2:38 foi o resultado da ação espiritual no ser humano, como crêem os cristãos genuínos, então milhôes de Católico-Evangélicos, com a fé corrompida pela teologia de suas denominaçôes, estão caminhando para o abismo. Para existir salvação segundo a teologia, quando os Judeus compungidos e preocupados com o destino de suas almas, indagaram: "Que faremos, varôes irmãos"? Atos 2:37; a resposta teria que ser desta forma:"Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em Nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo..."??? Foi isso que Pedro, cheio do Espírito Santo; cheio de ousadia e unção divina disse, sábios doutores pervertedores em teologia??? Não. Primeiro clamou pelo arrependimento; depois, que se invocasse o "Nome de Jesus Cristo", e esplicou que era para o perdão dos pecados, terminando com a promessa, vinculada ao batismo, do recebimento do dom do espírito santo. Oh!!! Deus!!! Te dou graças per livrar-me das abominaçôes Católico-Evangélicas da triunidade divina e de sua cegueira quanto ao batismo. Considerar teológicamente a existência de dois batismos portanto, é contradizer Efésios 4:5: há "...um só batismo."



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