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ESTOU GRÁVIDA MAMÃE!
(VICENTE LUGOBONI.)

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“Estou grávida mamãe” esta célebre frase já faz parte do cotidiano de muitas famílias, é a forma, mais rápida de anunciar para a família que está transando com o namorado, isso para meninas de 11 a 16 anos. Funciona como uma carta de euforria para que a adolescente tenha liberdade para transar. 99% dos casos não são comprovadas a gravidez.

Na verdade, os valores morais estão indo embora, há quarenta anos atrás um namoro normal os namorados ficavam na sala numa distância cerca de três metros, beijar era mesmo que cometer abuso sexual. Quando ocorria uma gravidez fora do casamento, o comentário era da seguinte forma: o fulano fez mal para a mariazinha, transar naquela época fora do casamento era fazer mal sim.

As moças se casavam virgens, e os casamentos eram, mais felizes, quando uma moça mostrava os joelhos os rapazes ficavam tarados, as casas de tolerâncias existiam, justamente para que os homens fossem extravasar seus extintos sexuais.

Quando uma moça perdesse a virgindade o pai por questão de honra fazia o rapaz se casar, e se o rapaz não fosse encontrado o pai da moça entregava a filha na casa de tolerância, para não dar mal exemplo para as irmãs.

Jamais um avô criava um neto filho de mãe solteira, os abortos eram todos clandestinos, as famosas parteiras faziam os anjinhos. Quando a garota tinha sorte de não pegar uma infecção ela sobrevivia. Por questão de falta de condições financeiras o aborto era a única forma de a mulher ter tempo para ganhar seu sustento como prostituta.

Gravidez fora do casamento sem chance da criança nascer. O extermínio do fruto proibido era fato consumado, nenhuma família adotava um filho de mãe solteira, parecia que aquela criança inocente era pecaminosa. Na verdade, não tinha outra alternativa mesmo a não ser o aborto. Se nós analisarmos por um ângulo positivo os padrões daquela época eram corretos.

Vejamos: a sociedade como um todo era, mais consciente, pois não tinha crianças abandonadas como vemos na atualidade, a prostituição era algo, mais escondido, um rapaz fazia sexo pela primeira vez quando completava 21 anos o pai com muito orgulho levava o filho para transar era uma festa para as meninas das casas de tolerância.

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