DOM CASMURRO
(MACHADO DE ASSIS)
DOM CASMURRO Machado de Assis. O romance passa-se na bucólica cidade do Rio de janeiro do século XIX. O Apelido Casmurro foi colocado por um jovem rapaz, vizinho de Bentinho, que no trem indo para Engenho Novo, recitava versos de sua autoria, e, Bentinho por estar cansado fechou os olhos algumas vezes o que irritou o rapaz; ficando amuado. Por isso, no dia seguinte o apelidou de Casmurro. Bentinho comentou o fato com os colegas de trabalho que acharam graça e, para dar ares de fidalguia acrescentaram o Dom. Ficando então Dom Casmurro. Bentinho na velhice vivia recluso, saia pouco, se distraia cuidando da horta, do jardim e fazendo leitura. Rememora a sua historia de vida escrevendo este livro para distrair-se. Inicia lembrando-se da infância e da adolescência; dos seus primeiros sentimentos amorosos onde Capitu é o seu principal e único amor. Fala sobre essa descoberta que até então passava despercebida. Fala dos seus projetos para não ser Seminarista, em cumprimento de uma promessa que D. Glória fez para os céus com receio de perder mais um filho, pois o primeiro nascera morto. A Conselho da perspicaz Capitu procura o auxílio de José Dias, agregado da família a quem sua mãe tinha muita estima e respeito, para interceder a fim de que ele não fosse para o Seminário – Ele não queria ser padre. Fizeram uma promessa junto ao poço de somente se casar um com outro. Quando Bentinho foi para o Seminário, Capitu sutilmente fez de tudo para granjear a simpatia de D. Glória, o que consegui; provocando ciúme na prima Justina. D. Glória na verdade não queria que o filho seguisse a carreira do clero, e, Capitu poderia ser o anjo que salvaria o filho do cumprimento da promessa, casando-se com ele. Escobar amicíssimo de Bentinho casa-se com Sancha, vizinha e muito amiga de Capitu. Após o casamento de Bentinho e Capitu, estreitam os laços de amizades formando um quarteto de paz e harmonia, onde o respeito mútuo estava acima de qualquer suspeita. Escobar e Sancha tiveram uma linda filha chamada Capitolina em homenagem a amiga, que após dois anos de casada ainda não tinha filhos. – Apesar de muitas orações ao Alto. Finalmente Capitu engravida e o filho tão esperado nasce sendo batizado com o nome de Ezequiel, em homenagem ao seu grande amigo Ezequiel Escobar. Escobar, em um dia fatídico morre afogado, consternando os amigos. Com o passar do tempo a criança que tinha o costume de imitar as pessoas fica cada vez mais parecida com o seu finado amigo Escobar. O que gera certa desconfiança em Bentinho, levando-o a suspeitar da conduta moral de sua esposa. Inicia-se o processo de mudança no relacionamento dos dois, ele a cada dia que passa acha a criança cada vez mais parecida com o amigo falecido. E se pergunta quando poderia ter acontecido a traição? Começa a rememorar fatos ocorridos, que no momento não despertaram suspeitas. Entra em paranóia e busca a solução de seu problema tentando: primeiro o suicídio, depois, o envenenamento do filho. Não faz nenhum e nem outro, viaja com a mulher e o filho para a Suíça deixando-os lá. -- Aonde Capitu vem a falecer. Tempos depois, o filho acometido de febre tifóide, falece nas proximidades de Jerusalém, onde foi enterrado. Até hoje se questiona: Capitu traiu ou não? Leia o livro e tire suas conclusões.
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