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Da queda de Atlântida
(meninadorio)

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O desaparecimento de Atlântida sempre mexeu com a imaginação; dando origem às mais diversas teorias. Uma delas dá-se em função de escavações feitas por arqueólogos ao descobrirem ruínas de palácios suntuosos e outros vestígios que atestam a existência desta brilhante civilização desaparecida de forma misteriosa. Há uma teoria quase explícita entre os historiadores de que, estranhas coincidências levam a conclusão que a civilização Atlante não seja outra, senão a dos Minoanos. Em 19 de fevereiro de 1909, o jornal londrino The Times publicou em sua seção de arqueologia, um artigo intitulado “ O Continente Perdido”, onde o autor do artigo K.J.Frost formula a hipótese de que a fabulosa lenda de Atlântida não seria senão a própria Creta, embora, que, para isso teria que se reconsiderar toda e história do Mediterrâneo antes do período clássico. A lenda de Atlântida afirma que esse continente afundou num único dia, mas o poeta Edgar Cayce descreve esta queda num processo mais lento em forma de 3 cataclismas: um em 50.000 a.c; outro em 28.000 a.c (este dividindo o continente em diversas ilhas); e um terceiro em 10.000 a.c que culminou com a destruição e a submersão definitivas deste continente, dando origem a lenda. Ainda baseada na definição de Cayce, Atlântida teria sido o mais vasto continente do mundo e, também o berço da civilização; uma vez que seus povos, ao contrário das outras raças, vão percorrer rapidamente todos os estágios de desenvolvimento até atingir um grau de civilização superior; a chamada “Raça Vermelha”. Sobre Atlântida e seu povo, sabe-se que eles viviam num país de clima temperado, cheio de animais selvagens e que havia na base da escala, criaturas meio homens, meio monstros, como centauros e ninfas e que constituíam uma mão de obra submissa, enquanto acima desta categoria encontravam-se gigantes e anões e no alto da escala, havia o que se chamava de ser ideal, o homem de proporções harmoniosas e que, apesar destas diferenças, a população atlante formava uma sociedade coerente. Os atlantes se alimentavam da terra e vestiam-se com pele de animais, vivendo em cabanas no princípio, e faziam comércio entre as tribos, descobrindo assim a vida social e as uniões bem sucedidas. Tiram recursos da terra, indo até suas entranhas, onde encontram o gás natural, o ferro e o cobre. O que era a princípio, um povo espiritual que acreditava na alma e nos poderes ocultos; com o decorrer dos tempos, essa espiritualidade vai estagnar, pois os atlantes mergulhados no conforto material, vão esquecer a essência divina pra pensar na vida temporal, perdendo assim o dom de Deus, que havia feito deles um povo de vanguarda. Após o primeiro cataclisma que devastou apenas uma parcela do continente atlante, as regiões que escaparam ao desastre vão manifestar um surto prodigioso, com a expansão dos meios de tansportes capazes levar pessoas nas diversas regiões do país e de terras estrangeiras e a descoberta de forças elétricas, mecânicas e químicas. Fala-se de centrais atômicas que se multiplicaram alterando a paisagem atlante; usinas que deveriam produzir energia para as diversas formas de atividade da população nas aldeias e campos, e que foram usadas de maneira negligente, resultando no segundo período de forças destrutivas que aniquilaram o país, no ano de 28. 000 a.c, fazendo com que os atlantes fujam desorientados para terras como as Antilhas, Peru ou Egito. Para os que ficaram começa uma nova era, onde o progresso vai ser colocado a serviço do povo. O país cura suas feridas, dá saltos nos domínios da química, aprende a domesticar a energia atômica, sistemas de aquecimento e iluminação altamente desenvolvidos, trabalhos com ligas metálicas, cobre, alumínio, urânio e outros metais e o domínio da energia solar. Constroem magníficas cidades de pedras brancas, aprofundam-se nos estudos de astronomia, metafísica e astrologia e desenvolvem a arte através do mosaico. A estas alturas, o continente está prestes a sofrer a sua terceira convulsão Geológica. Os atlantes fogem como podem, valendo-se dos meios de comunicação ainda existentes, mas as terras afundam nas águas revoltas, arrastando os habitantes em suas vagas. E do imenso continente nada mais resta a não ser alguns cumes que mergulham suavemente no oceano... Conta-se que, um grande numero de atlantes conseguiu alcançar praias hospitaleiras, trazendo consigo o conhecimento e o progresso, transmitindo-os assim a todo o povo que o acolheu. Em outros textos de Cayce fala-se sobre outros pequenos cismos e atividades vulcânicas, referindo-se à elevações e desaparecimentos de terras e ressurgimentos de ilhas que pertenceram ao continente atlante, citando-se que por volta dos anos de 1978/78 a.c, surgiria uma vaga trazendo Poiseda, a capital atlante; uma prova incontestável da existência do continente. O que nunca ficou definido, foi em que ponto do globo terrestre ficava situado o continente atlante, já que pesquisas e escavações foram feitas, dando margens à muitas dúvidas. O continente atlante, segundo J.V.Luce foi localizado nas ilhas do mar Egeu e segundo Dr. Cabrera, o berço da civilização mundial estaria no fundo do oceano Atlântico. Há também a teoria que os atlantes espalharam-se em diversas regiões do México, originando os astecas e, pela América do sul onde se originou os povos incas e maias, mas ainda a uma versão que faz do povo atlante, os primeiros egipicios. Como todos sabem, existem narrativas sobre Atlântida, do grande filósofo Platão, que a relata em seus diálogos, o Crítias e o Timeu, afirmando que a história chegou à Grécia por intermédio do legislador Sólon.



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