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Ubirajara
(José de Alencar)

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Produzido em 1874, Ubirajara faz parte do conjunto de obras indianistas de José de Alencar, nosso maior prosador romântico, que produziu, também, romances urbanos (de costumes), regionalistas e históricos.
Na obra de Alencar, o índio é um herói amalgamado à natureza. Esta, por sua vez, é exaltada pela exuberância e beleza, fazendo lembrar a imagem edênica e paradisíaca da nossa terra, referida pelos cronistas do Período de Informação (século XVI). A linguagem é rica, colorida, adjetivosa, exuberante, marcada por metáforas e imagens grandiosas, exóticas e atraentes, de grande plasticidade. A idealização está presente a cada passo, tanto nas descrições da natureza, quanto na apresentação das personagens. Visto de maneira mítica, lendária, o índio é o herói nobre, fiel, valente, corajoso, o "bom selvagem" de Rousseau, lembrando um autêntico cavaleiro medieval.
Como se sabe, o propósito romântico de afirmação nacional e exaltação patriótica implicava o elogio da honra, da coragem e da valentia de nossos índios e está presente tanto na poesia de Gonçalves Dias, como nos três romances indianistas de Alencar. Este procurou retratar o Brasil "brasílico" em sua totalidade geográfica, histórica e étnica e elevou o nosso índio à condição de herói, equiparando-o aos heróis da literatura européia.



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