Do Capital à capital
(Antônio Vasco de Oliveira Magalhães Teles)
Do capital à Capital. Quando a palavra capital é citada logo se pensa em dinheiro. Essa propensão é ainda mais forte na grande massa esquerdista da América Latina. A associação entre a palavra capital e recurso financeiro é fruto da argumentação quixotesca que ainda fazem contra o sistema capitalista – “e tudo o que aí está”. Combatem – de dia - as hélices dos moinhos sem perceberem que - à noite - jantam o trigo que ele processou. Durante a batalha esquecem que capital significa recurso e, que, acúmulo de recurso é necessário para todas as espécies. Ursos não brigam contra o capital adiposo acumulado para superarem o inverno logo, não deveriam também, os ultra-esquerdistas lutar contra o recurso que lhes fornece alimentação. Literalmente. A moeda surgiu antes do capitalismo e o acúmulo de recurso surgiu antes da espécie Homo sapiens. Mesmo diante destas óbvias constatações eles batalham e criam monstros para tentar arregimentar novos soldados. A palavra capital é um desses monstros. Por ser um monstro, é mal, e se é mal, é combatido. Pregam que se deve ter vergonha da posse, independentemente de sua origem – lícita ou não. O céu é para os pobres e humildes. Quem comunga com o capital tem tendências luciferianas. Ora, se acumular capital é pecado, ter lucro também é pecado. Pode ser esta a razão pela qual nossos nobres representantes – lá na Capital – procurem sempre obter mais e mais recursos financeiros. Eles estão dificultando a efetivação do lucro por boa parte da população. Pretendem, nobremente, elevar os brasileiros ao reino dos céus aceitando para si ambientes mais inóspitos no pós-vida.
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