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Armas Químicas – A tecnologia a serviço do mal
(Carlos Rossi; Mega Arquivo)

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Existe algo mais cruel do que os gases venenosos, as armas biológicas, bactéria para matar o inimigo de doença. As mais citadas provocam males como a dengue, botulismo, antraz, e peste. Aperfeiçoados pela engenharia genética, mesmo os vírus e bactérias não mortais podem se tornar resistentes a qualquer tipo de antibiótico, vitimando populações inteiras. Na Segunda guerra mundial, o Japão atacou 11 cidades chinesas com bomba bacteriológica. Além disso, japoneses e alemães usaram prisioneiros como cobaias em experiências com agentes infecciosos. Os gases dos nervos matam em minutos. Atuam inibindo uma enzima chamada acetilcolinesterase, necessária ao controle dos movimentos musculares. Tal enzima bloqueia os impulsos nervosos que ativam os músculos. Quando o gás neurotóxico é absorvido por inalação e contato com a pele, a produção da enzima cessa imediatamente. Todos os músculos se contraem sem parar e acabam estrangulando os pulmões e o coração. É mais ou menos assim que morrem os insetos atacados por inseticida. Ao todo, as mortes causadas por gases venenosos na primeira guerra mundial somaram perto de 100 mil, os feridos em torno de 1,3 milhão.



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