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Serpente COM CAUDA REBELDE - fábulas
(ESOPO)

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Contam os fabulista nesta alegoria que um dia a Cauda da Serpente que se erguia e enrolava ao gosto da cabeça, resolveu fazer sua Revolução Bolchevista. "Sou a maioria do corpo da minha nação! A Cabeça é muito pequena e eu sou muito maior! Devo, pois, dirigir toda a vida da Serpente!" E imediatamente se meteu a dirigir o conjunto todo para trás. De nada adiantavam os avisos. Era surda e barulhenta como soem ser todos os traseiros! Caiu no buraco sobre pedras pontudas, pois não via para onde estava indo. Machucada, pediu socorro à Cabeça, conforme algumas versões, pois na maioria dos contadores teria morrido o País inteiro. Moral - Pelo que sei, a imoralidade é tanta que as caudas de traseiros malcheirosos riem da possibilidade de emitir um ensinamento moral de tanta podridão. REVISÃO - Sempre estamos lembrando que as Trevas são tão entrevadas e atrevidas que ainda se riem de quem conta estas fábulas onde as próprias víboras das Sombras se arrebentam e se engalfinham de modo irracional. Preste atenção: mesmo sem você ser médium ou sensitivo, teve vontade rir! Não negue que ouviu bem claro o riso das Sombras!



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